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Olivia interpreta standards de jazz e clássicos do rock no Madeleine

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Nesta quarta-feira, 10/2, às 21h45, a cantora Olivia, acompanhada de Demma K(guitarra semi-acústica) e Felipe Alves (contrabaixo ac[ustico) cantará standards de Jazz  e clássicos do Rock numa leitura jazzistica no Madeleine Bar, na Rua Aspicuelta,201, Vila Madalena, Couvert artístico R$ 14,00.

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ProjectKpaz: promover a boa música independente de língua, religião e cultura

ProjectKpaz - foto: Larissa Lopes da Mota

ProjectKpaz - foto: Larissa Lopes da Mota

Romper barreiras culturais e o ajuntamento de vários indivíduos de países diferentes num único objetivo: fazer música. Assim é o PrjojectKpaz, o trabalho liderado pelo guitarrista, compositor  e produtor paulistano Alvaro Kapaz onde conheceu  na Berklee Music College  e na cidade de Boston o produtor e Empresário americano Christofer Carlson, o baterista chileno Pablo Eluchans, o pianista americano Josh Fobare, o contrabaixista francês Laurent Salzard, o produtor executivo chines Jonathan  Hsu, o técnico de som Venezuelano Fernando Lodeiro, o percussionista libanes Karim Georges,o baixista  coreano  Sam JC Lee e o italiano Enrico.

Todas esses músicos, produtores e técnicos participaram da produção do CD e DVD “Nothing to Something”. Um trabalho voltado para o fusion, mas todos seus componentes bebem das fontes jazzisticas e da boa improvisação, onde mostram todas as suas habilidades com seus respectivos instrumentos. O albúm  gravado em novembro de 2009 , na cidade de Boston-EUA ,  é possível encontrá-lo  no site das lojas virtuais: Amazon, itunes, Livraria da Vila, POP discos .

foto do CD Nothing to Something

foto do CD Nothing to Something

O trabalho em  DVD foi lançado oficialmente em 23 de dezembro de 2009 no casa de shows  Rules Jazz Club na capital do Estado de  Massachutess- EUA, após uma turnê por vários países e cidades da Europa. Segundo Kapaz, o grupo foi muito bem recebido pelos Europeus e muitos passaram a acompanhar o trabalho do grupo após presenciar algumas apresentações durante a turnê.

Alvaro Kapaz - foto: divulgação

Alvaro Kapaz - foto: divulgação

Kapaz juntamente com o grupo pretende em breve mudar para a cidade de Nova Iorque. Pois o cenário musical é bastante forte na cidade  e terão mais possiblidades de ampliar os contatos com outras casas de shows e musicos atuantes. Futuramente o guitarrista pretende levar o projeto para o Brasil e aguarda uma boa visibilidade dos veículos brasileiros. “Espero que esta entrevista ajude,hehhehe”, exclama o músico e produtor.

Assistam:

ProjectKpaz – Constest Part (7 to 7)

Cliquem para ouvir:

Shall We

Whatever Works

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São Paulo Ska Jazz: as fusões de estilos musicais sob a influência do jazz

São Paulo Ska Jazz - foto e arte: Luís Delcides
São Paulo Ska Jazz – foto e arte: Luís Delcides

Viagens de ônibus e longos trajetos. Ao procurar alguma coisa para “prencher o tempo”, o contrabaixista Marcelo Calderazzo, na época trabalhava com alguns grupos populares, encontra um CD emprestado por um amigo músico e , ao ouvir, desperta o interesse em montar uma banda diferente, com fusões de estilos musicais desde o ska,reggeae e outras variantes.

Ao ouvir grupos como Skatalities, Jazz Jamaica All Stars, New York Ska Jazz Ensemble, Tokio Ska Paradise Orquestra, entre outros grandes do gênero, não deixou dúvidas para Calderazzo.” O estilo, dançante, alegre, misturado à minha experiência como compositor resultou em músicas como “220”, “Fim de Semana”, “Em Algum Lugar da América”, “Estação da Luz”, “Periferia”, “A Torre” e “Sombrinha”.

Aos poucos os músicos chegavam e nas caminhadas e contatos, Marcelo pode conhecer outros músicos e com composições como “São Paulo”, “Alta Frequência” e “Rua Augusta” , do guitarrista Renato Guizelini, e Thiago Sousa com “Skaião”. “Faltava mostrar uma versão para Ska de algum compositor brasileiro, tarefa difícil, já que temos um monte de craques”, disse o contrabaixista.

Wellington Mello, músico, sugere “Samba de uma nota Só”, de Tom Jobim, durante o fechamento do repertório do primeiro CD do São Paulo Ska Jazz e Marcelo convidou o saxofonista Manu Faleiros para participar do grupo e escrever os arranjos para metais.

Para Calderazzo, o maior triunfo do São Paulo Ska Jazz  não é  querer ser apenas mais uma banda no circuito, ao reproduzir obras de outros compositores. Mas  criar um sotaque próprio,  com personalidade e atrair um público sedento por novidades.

De onde vem?

O band-leader Marcelo Calderazo - foto: Luís Delcides
O band-leader Marcelo Calderazzo – foto: Luís Delcides

O nome São Paulo Ska Jazz vem da simples homenagem à cidade que proporcionou tanto a Marcelo quanto ao grupo sonhar e realizar vários projetos na vida. Seja como músico, compositor e ser humano,o  band-leader escolheu o nome depois de experimentar outras idéias e ter a certeza de que esse era o mais apropriado.

Marcelo não sofreu  quase nenhuma influência de outros artistas do ska nem no estilo, nem no nome, pois não os conhecia direito. “Ouvi algumas músicas de Tokio Ska Paradise Orquestra, New York Ska Jazz Ensemble, Jazz Jamaica All Stars, The Skatalities, Jazzb , entre outros.Enquanto fazia isso (ouví-los), já tinha composto 220, música que originou o projeto São Paulo Ska Jazz.”, disse o contrabaixista. 

Para Calderazzo,o músico faz questão de deixar bem claro a respeito das informações pesquisadas , o Ska Jazz foi um estilo criado pela banda americana New York Ska Jazz Ensemble no começo dos anos noventa. Eles deram novas interpretações a clássicos do jazz em rítmo de ska e fizeram muito sucesso com isso. “No nosso caso, a palavra jazz nada tem a ver com estilo, mas o comprometimento que temos com a liberdade de improvisar, lição básica do jazz norte americano.”,disse o band-leader.

 Sobre o CD e o show

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Sábado à noite, 10 minutos antes de começar o show da série ” A voz e a vez do instrumento” no teatro do SESC Pompéia, o auditório lota. Enfim, o show começa com Kiko Moura e Marcus Ottavianno, dois excelentes e habilidosos guitarristas  tocando várias composições próprias inspiradas no bom e velho Blues. Enfim a dupla termina a primeira parte e alguns minutinhos de intervalo, entra no palco a São Paulo Ska Jazz.

Um repertório bastante animado, pra cima, mas sem perder a essência das longas improvisações. Era interessante como o som dos metais era muito forte e algumas pessoas da platéia se empolgavam com o balanço da música. Mas era um trabalho musical bem arranjado pelo saxofonista  Manu Faleiros e alguns achados interessantes de Marcelo,através da rede social My space  como o Trompetista Suiço, Gabriel Stampfli.

São Paulo Ska Jazz é o ajuntamento de gente talentosa, criatividade e fusão ritimica idealizados e pesquisados por Calderazzo. O Cd também é muito bom, especialemente para quem curte metais e toda a energia do Ska! A diferença são  as influências do jazz presente no som do grupo com a liberdade de improvisação e a criatividade dos músicos.
 

 

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Coletivo orquestral e as músicas do seu novo albúm no SESC Vila Mariana

Nesta quarta-feira, 10/2, às 20h30, a big band coletivo orquestral, liderada pelo professor Mario Campos e criado no Departamento de Música do Instituto de Artes da Unicamp, em 2006 com objetivo de divulgar obras que renovam a linguagem da música orquestral brasileira, apresentará músicas do seu primeiro CD, com lançamento previsto para abril. Todas são composições do prórpio band-leader.

Serviço:

Ingressos à venda em todas as unidades do SESC
R$ 12,00 (inteira); R$ 6,00 (usuário inscrito no SESC e dependentes, + 60 anos, estudante e professor da rede pública); R$ 3,00 (trabalhador no comércio de bens e serviços matriculado no SESC e dependentes)
Auditório (131 lugares)
Duração: 75 minutos
Acesso para pessoas com deficiências
Não recomendado para menores de 12 anos
Estacionamento: a partir de R$ 5,00

SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141
Informações: 5080-3000
www.sescsp.org.br

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New Jazz e os sons desta semana

Música boa, ambiente a meia-luz e o som acontece no palco do New Jazz nesta curta semana com bons músicos. Para quem compareceu no sábado e foi privilegiado com o som do Blue Seven, liderado por Ohad Talmor, na terça-feira terá um gostinho a mais, além da casa dos bateristas e o excelente sexteto de Marcos Paiva. Segue abaixo, as datas e um pouco mais sobre os grupos:

terça-feira,8/2, às 21h30 – Blue Seven – Após a excelente apresentação de sábado, o septeto liderado pelo Saxofonista Francês e morador de Nova Iorque, Ohad Talmor e composto de excelentes músicos como Djalma Lima (guitarra), Cuca Teixeira (bateria), Ricardo Castellanos (piano), Daniel D’alcantara ( trompete e Flugel Horn), Denis Lee (saxofone) e Sidel Vieira (contrabaix0) tocarão o melhor do Bebop Jazz, onde marcaram presença músicos e compositores como Wayne Shorter e Dexter Gordon.

Blue Seven - foto: divulgação

 

quarta-feira , 09/2, às 21h30 – Casa dos bateristas – segundo Dico Las Casas, a apresentação da quarta passada “pegou fogo”, o som aconteceu livremente no ambiente e os frequentadores gostaram e para quem não pode ir, terá mais uma chance de apreciar o excelente som desses talentosos músicos.

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quinta-feira, 10/2, às 21h30 – Marcos Paiva sexteto - Cássio Ferreira, Daniel D’alcanatara, Jorginho Neto, Edson Santana e Daniel de Paula sob a direção musical e arranjos de Marcos Paiva, apresentarão algumas composições de “Meu samba no prato”, uma homenagem ao baterista Edson Machado.

Marcos Paiva - foto: divulgação

Marcos Paiva - foto: divulgação

serviço:
New Jazz Bar
Rua João Moura, 739 – Pinheiros
www.newjazzbar.com.br
(11) 3060-9802

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SESC Paulista: terças e quartas de música instrumental

Música instrumental com talentosos músicos no palco do SESC Paulista. Segue as dicas:

terça-feira, 09/2, às 19h00 – Zé da Velha e Silvério Pontes – O sergipano Zé da Velha (José Alberto Rodrigues Matos) foi
influenciado musicalmente pelo pai, alfaiate profissional e flautista
e saxofonista amador. Já morando no Rio, aos 15 anos começou a tocar
trombone e logo se enturmou com músicos de gafieira, sambistas e
chorões da Velha Guarda, de onde veio o apelido que virou nome
artístico. O trompetista Silvério Pontes, 20 anos mais jovem, transita
pela área do choro e tocou ao lado de artistas como Luiz Melodia, Tim
Maia, Elza Soares e integra o naipe de metais do grupo de reggae
Cidade Negra. Neste show, a dupla se apresenta acompanhada de
quinteto.
Livre para todos os públicos
Grátis (inteira); Retirada de ingressos a partir de 1 hora de
antecedência.

quarta-feira, 10/2, às 19h00,Trio Mandando Bala - Formado por João Poleto (flauta), Rui Weber (violão) e Roberta
Valente (pandeiro) apresenta clássicos do choro.
Livre para todos os públicos
Grátis (inteira); Retirada de ingressos a partir de 1 hora de
antecedência.

SESC Avenida Paulista

Avenida Paulista, nº119

Horário: 19h

Local: Auditório

Capacidade: 230 lugares

Duração: 90 minutos

Classificação etária: livre

Ingressos: Grátis, com retirada 1 hora antes do início da atividade 

 

Telefone para informações: (11) 3179-3700

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Segundas jazzisticas no CCPC

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Música instrumental de primeira com preço justo acontece todas as segundas no Centro Popular da Consolação (CCPC) . A partir das 22h00, Jonatas Sansão e músicos convidados apresentam o melhor dos standards de jazz e composições da música brasileira.

Serviço:
Centro Cultural Popular da Consolação
Rua da Consolação, 1897
Couvert Artístico: R$ 4,00

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Dujuzé: feijoada de primeira e os sons de sábado à noite

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Neste sábado, 06/2, a partir das 12h00 às  16h00, feijoada de primeira no bar Dujuzé e a noite, ou seja, um pouco mais tarde, às 21h00, música instrumental de primeira com o Trio Kyodushin, onde apresentará um repertório desde o standards do Jazz aos clássicos da Bossa Nova.

serviço:
Bar Dujuzé
Rua Itapicuru,887 – Perdizes
(11) 3871-8113

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Claudia Dorei e seu novo trabalho, “Respire”: fusões ritimicas de Dub com Jazz e Trip Hop apresentadas no SESC Pompéia

Claudia Dorei - foto: Elza Cohen

Claudia Dorei - foto: Elza Cohen

 

Neste dia 6 de fevereiro ,sábado, às 21h , a carioca Claudia Dorei sobe ao palco da Choperia do SESC Pompeia para mostrar ao público as leves canções de seu primeiro trabalho, o CD “Respire”. Nascida no Rio de Janeiro e radicada em São Paulo,Dorei está na estrada musical desde 1997, no mesmo periodo onde registra-se a sua forte ligação com o teatro, Claudia compôs trilhas para montagens de Gerald Thomas e Georgette Fadel e esteve ao lado de Denise Stoklos no projeto “Solos do Brasil”.

Em uma mistura de dub com jazz e trip hop, a música de Claudia traz canções autobiográficas que vão além de referências à Bjork, Portishead e Chet Baker. O som do seu trompete e flugel horn se liquidifica em um trip hop tropical, que destila a influência do mar e a modernidade das capitais.

Intitulado “Respire”, o primeiro álbum de Claudia Dorei foi produzido por ela mesma, mas passou também pelas mãos experientes do produtor Antônio Pinto. A mixagem ficou por conta do experiente Buguinha Dub (Nação Zumbi, Mundo Livre S/A).

Os shows da carioca contam com a participação da atriz Claudia Missura, que recita versos do poeta Manuel Bandeira, em meio a efeitos sonoros embriagantes. No palco, a cantora é acompanhada por um pernambucano e um cearense, que ajudam a dar o clima relaxado de suas músicas. Respectivamente o baixista Rogê, e Gil Duarte na flauta, trombone e sax. De São Paulo vem a guitarra minimalista de Estevan Sincovitch e na bateria Giba.

Serviço: PROJETO PLATAFORMA DO SESC POMPEIA APRESENTA CLAUDIA DOREI
Rua Clélia, 93
Dia 6 de fevereiro de 2010. Sábado, às 21h.
Choperia – Não é permitida a entrada de menores de 18 anos.
Ingressos: R$ 4,00 a R$ 16,00
Lotação: 800 pessoas
Duração: 90 minutos
Telefone para informações: (11) 3871-7700

Acesso para deficientes – não temos estacionamento.
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br.

Funcionamento da bilheteria do SESC Pompeia
– de terça a sábado, das 9h às 21h e aos domingos, das 9h às 20h. Aceitam-se cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard, Diners Club International e American Express) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Cheque Eletrônico). Ingressos podem ser adquiridos em todas as unidades do SESC, incluindo CineSESC.

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Guaramiranga: Festival Jazz & Blues chega a sua 11ª edição com muitas novidades e atrações

 

Desde o ano 2000,milhares de pessoas são atraídas  para a cidade de  Guaramiranga nos dias de “folia” para apreciar o jazz, o blues e ritmos afins. Neste mês, nos dias 13 à 16/2, em Guaramiranga, e 18 à 20/2, em Fortaleza, o  Festival Jazz & Blues chega à 11ª edição consolidado como um dos mais importantes projetos musicais do gênero no país e com muitas atrações e novidades como as aulas práticas e teóricas de música , oficinas e o Café no Tom, onde o antigo restaurante “Lautrec” se tranformará em um local de exposições fotográficas,entrevistas e apresentações dos músicos: Carlos Malta, Chico Pinheiro, Rildo Hora e Márcio Resende.

Nos quatro dias de Festival na serra, uma fila grande se forma em frente ao Teatro Municipal Rachel de Queiroz já no início da tarde com o Ensaio Aberto onde são momentos ímpares, de descontração e, ao mesmo tempo, concentração, com o público atento ao virtuosismo de instrumentistas renomados.É considerado  uma oportunidade oferecida a todos, independente de idade ou preferência musical, de terem acesso aos artistas e conhecerem um pouco do que será levado ao palco durante o show.

O 11º Festival Jazz & Blues contará com dois grandes palcos para os quatro dias de shows. No Teatro Municipal Rachel de Queiroz, duas atrações se apresentam na sessão das 20h e mais um grande nome entra em cena às 22h30. O outro palco é dedicado aos shows abertos, gratuitos, que acontecem ao por do sol, às 17 horas. É lá também que, após a programação do teatro, público e músicos se encontram para as Jam Sessions, da meia-noite às 3h da manhã.

 

Programação:

 

13 a 16 de Fevereiro – Guaramiranga

 

 

DIA 13 (sábado)

 

Teatro Rachel de Queiroz

14h30 – ENSAIO ABERTO: Robertinho Silva

20h – SHOWS: Caninga Trio (RN) / Antônio José Forte (CE) e Robertinho Silva (RJ) com participação de Carlinhos Ferreira (CE)

22h30 – SHOW: Magic Slim (EUA)

 

Palco Jazz e Blues

17h – SHOWS: Toca Jazz (alunos da Residência Artística) / Marimbanda (CE)

0h às 3h – JAM SESSION: Artur Menezes (CE)

 

Café no Tom

9h às 21h – Exposição Alma Jazz & Blues

16h – Entrevista com Carlos Malta

 

Escola Zélia Matos Brito

Pela Manhã – Inscrições para as Oficinas (Gaita, Guitarra, Flauta e Reciclagem)

9h às 12h – Oficina de Arte em Papel – Coelce – Carmem Silva

15h às 16h – Oficina de Gaita – Jefferson Gonçalves

15h às 17h – Oficina de Guitarra – Kléber Dias

 

Ruas da Cidade

16h – Concentração na Praça do Teatro Rachel de Queiroz para a saída do Cortejo Cagece às 16h30

 

Restaurantes e pousadas do Maciço de Baturité

Jazz na Hora Incerta ­ – Intervenções de bandas

 

DIA 14 (domingo)

 

Teatro Rachel de Queiroz

14h30 – ENSAIO ABERTO: UAKTI

20h – SHOWS: Túlio Mourão (MG) e Nonato Luiz (CE) / Carlos Malta (RJ)

22h30 – SHOW: UAKTI (MG)

 

Palco Jazz e Blues

17h – SHOWS: Toca Jazz (alunos da Residência Artística) / Ramo (MG)

0h às 3h – JAM SESSION: Artur Menezes (CE)

 Café no Tom

9h às 21h – Exposição Alma Jazz & Blues

16h – Entrevista com Chico Pinheiro

 

Escola Zélia Matos Brito

9h às 12h – Oficina de Arte em Papel – Coelce – Carmem Silva

15h às 16h – Oficina de Gaita – Jefferson Gonçalves

15h às 17h – Oficina de Guitarra – Kléber Dias

15h às 17h – COELCE – Oficina de Reciclagem

15h às 16h – Oficina de Flauta – Heriberto Porto

 

Restaurantes e pousadas do Maciço de Baturité

Jazz na Hora Incerta ­ – Intervenções de bandas

 

DIA 15 (segunda)

 

Teatro Rachel de Queiroz

14h30 – ENSAIO ABERTO: Wagner Tiso

20h – SHOWS: Paula Tesser (CE) / Chico Pinheiro (SP)

22h30 – SHOW: Wagner Tiso (MG/RJ) convida Victor Biglione (ARG/RJ)

 Palco Jazz e Blues

17h – SHOWS: Toca Jazz (alunos da Residência Artística) / Viola de Arame (BA)

0h às 3h – JAM SESSION: Artur Menezes (CE)

 

Café no Tom

9h às 21h – Exposição Alma Jazz & Blues

16h – Entrevista com Rildo Hora

 Escola Zélia Matos Brito

9h às 12h – Oficina de Arte em Papel – Coelce – Carmem Silva

11h – Bate-Papo com Nonato Luiz

15h às 16h – Oficina de Gaita – Jefferson Gonçalves

15h às 17h – Oficina de Guitarra – Kléber Dias

15h às 17h – COELCE – Oficina de Reciclagem

15h às 16h – Oficina de Flauta – Heriberto Porto

 

Restaurantes e pousadas do Maciço de Baturité

Jazz na Hora Incerta ­ – Intervenções de bandas

 

DIA 16 (terça)

 

Teatro Rachel de Queiroz

14h30 – ENSAIO ABERTO: Paquito D’Rivera

20h – SHOWS: Rildo Hora (PE/RJ) convida Misael da Hora (RJ) / Márcio Resende (RJ/CE)

22h30 – SHOW: Trio Corrente (SP) convida Paquito D’Rivera (CUBA/EUA)

 Palco Jazz e Blues

17h – SHOW: Harmônica Mercosul (BRA/ARG/CHI)

0h às 3h – JAM SESSION: Big Time Orchestra (PR) / Artur Menezes (CE)

 

Café no Tom

9h às 21h – Exposição Alma Jazz & Blues

16h – Entrevista com Márcio Resende

 

Escola Zélia Matos Brito

9h às 12h – Oficina de Arte em Papel – Coelce – Carmem Silva

11h – Bate-Papo com Maestro Poty

15h às 17h – COELCE – Oficina de Reciclagem

 

Ruas da Cidade

16h – Concentração na Praça do Teatro Rachel de Queiroz para a saída às 16h30

 

*Programação sujeita a alteração

 

PROGRAMAÇÃO* – FESTIVAL JAZZ & BLUES 2010

 

18 de Fevereiro – Sobral

 

DIA 18 (quinta)

 

Theatro São João

20h00 – SHOW: Harmônica Mercosul (BRA/ARG/CHI)

 

 

 

18 a 20 de Fevereiro – Fortaleza

 

DIA 18 (quinta)

 

Theatro José de Alencar

21h00 – SHOW: Trio Corrente (SP) convida Paquito D’Rivera (CUBA/EUA)

 

Buoni Amici’s

23h00 – SHOW: Big Time Orchestra

 

DIA 19 (sexta)

 

Theatro José de Alencar

21h00 – SHOW: Wagner Tiso (MG/RJ) convida Victor Biglione (ARG/RJ)

 

DIA 20 (sábado)

 

Theatro José de Alencar

21h00 – SHOW: Magic Slim (EUA)

  

*Programação sujeita a alteração

 

SERVIÇO

 Festival Jazz & Blues 2010 – Guaramiranga, Fortaleza e Sobral – Em Guaramiranga: De 13 a 16 de fevereiro (carnaval). Em Fortaleza: De 18 a 20/02. Em Sobral: Dia 18/02. Informações sobre hospedagens em Guaramiranga com a Secretaria de Cultura e Turismo: 85-9973.0665, cultura@guaramiranga.ce.gov.br. www.jazzeblues.com.br.

 

INGRESSOS:

Venda de ingressos iniciada para os shows que acontecerão em Guaramiranga no Teatro Rachel de Queiroz. Sessão das 20h: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia); Sessão das 22h30: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia). Todo o restante da programação terá livre acesso. Ingressos à venda nas lojas Handara: Em Fortaleza – Shopping Iguatemi (Av. Washington Soares, 85 loja 33 A – Tel: 85-3241.1683), Praia de Iracema  (Av. Monsenhor Tabosa, 679 – Lj. 01 – Tel 85-3219.0885), Aldeota (Av. Des. Moreira, 2940 – Tel: 85-3257.8547) – Em Guaramiranga (Rua Joaquim Alves Nogueira, 656 – Tel: 85-3321.1445). Vendas online para os shows de Guaramiranga no www.bilheteriavirtual.com.br (com taxa de conveniência). Shows em Fortaleza no Theatro José de Alencar de 18 a 20/02 às 21h: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia); Show no Buoni Amici’s dia 18/02 às 23h (Big Time Orchestra): R$ 10,00. Venda de ingressos para os shows em Fortaleza ainda não foram iniciadas. Show em Sobral no Theatro São João dia 18/02, às 20h (Harmônica Mercosul). Grátis.

Trio Corrente - foto: Divulgação

Trio Corrente - foto: Divulgação

Rildo Hora e Misael da Hora - foto: divulgação

Rildo Hora e Misael da Hora - foto: divulgação

Chico Pinheiro - foto: José Gabriel Lindoso

Chico Pinheiro - foto: José Gabriel Lindoso

Artur Menezes - foto: Divulgação

Artur Menezes - foto: Divulgação