Michel Leme e os percursos sonoros de “Alma”

by • 23 de maio de 2016 • Novidades, textosComments (0)1183

Michel Leme - Alma*Foto: Flávio Tsusumi Nada de situações formatadas ou aquela estrutura já pronta: Inicio, meio, volta pra improvisar, inicio, meio e fim ou o A,B,A,B, A, B."Alma" o 10ª disco do guitarrista e compositor Michel Leme é um trabalho com várias surpresas e caminhos novos percorridos pelo instrumentista e os músicos Bruno Tessele (bateria), Bruno Migotto (contrabaixo) e Felipe Silveira (piano). Apreciar "Alma" trata-se não apenas ouvir um CD. Mas é observar com cuidado e toda a atenção possível aos timbres de Fender Rhodes usados por Felipe Silveira e sem causar o "embolamento" com a sonoridade da guitarra de Michel. Como diz o guitarrista "Buscar um som gordo!" . Sim, um som consistente, encorpado, confuso até, por parecer uma complementação dos dois instrumentos: guitarra e teclado. Michel, em "Alma" mantém a mesma formação do 9ª pela coesão dos sons e uma linguagem sonora com um "gostinho" dos anos 1970, com a mesma inspiração e liberdade entre os músicos. Um respeito a música. Melhor: Que a música prevaleça! Que os sons fiquem registrados na memória auditiva de cada ouvinte. Assim é "Alma".
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