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Jazz nos Fundos: artes sonoras e visuais e a programação desta semana

 Segue as apresntações desta semana nos fundos do estacionamento. A apresentação de sexta-feira será transmitida ao vivo, pela internet.Sigam o perfil @jazznosfundos, no twitter  para maiores informaçoes, especialemente para quem não mora em São Paulo. Vejam as dicas:

NA QUINTA, 09/09/10 – às 22h00

 

Tributo: Moacir Santos

“Moacir Santos / tu que não és um só, és tantos / como este meu Brasil de todos os santos”.  (Vinícius de Moraes e Baden Powell, “Samba da Bênção”)

Moacir Santos é considerado um dos grandes gênios da música brasileira. Pernambucano virtuoso, ele dominava o saxofone, o piano, o clarinete, o trompete, o banjo, o violão e a bateria.

Para ter uma idéia do seu talento e importância, basta saber que ele foi professor de alguns dos mais conhecidos músicos do país: Bola Sete, Paulo Moura, Dom Um Romão, Roberto Menescal, Dori Caymmi, o casal Airto Moreira e Flora Purim, Carlos Lyra, Sérgio Mendes, Nara Leão, João Donato e Baden Powell.

Entre suas composições mais célebres estão “Menino Travesso”, “Triste de Quem” e “Se Você Disser que Sim”, com Vinícius de Moraes, e “Nanã, em parceria com Mário Telles, que já foi gravada mais de 150 vezes por músicos como Kenny Burrell, Zimbo Trio e Herbie Mann.

Quem vem ao nosso palco para essa “aula de jazz” é o octeto Carambolá, grupo criado em 2007 que se dedica à pesquisa, interpretação e adaptação de temas da música brasileira e do jazz. Neste show, o Carambolá interpretará o primeiro disco de Moacir Santos, “Coisas”, além de arranjos de outros compositores, numa fusão de bossa-nova, samba, choro e jazz.

Com Claudia Montin, Billy Magno, Daniel Laleska e Amilcar Lobosco e Thiago França nos saxofones, João Nepomuceno na guitarra, Guto Brambilla no contrabaixo e Wagner Chuim na bateria.

(Imagem:  Tributo a Moacir Santos)

 

 

 

NA SEXTA, 10/9/10, às 22h00

 

George Petit (USA)

O guitarrista americano George Petit retorna ao nosso palco para mais uma noite de jazz de alto nível.

Como engenheiro de som, Petit é dono de um reconhecido estúdio por onde já passaram grandes músicos da cena novaiorquina. Como músico, já tocou em  festivais de Jazz ao redor do mundo liderando seus próprios projetos ou como side man de músicos como McCoy Tyner, Joshua Redman, Joe Lovano, Brian Blade, John Scofield, George Mraz, Betty Carter, James Carter e Al Foster, entre outros.

Para acompanhá-lo,  Marcelo Rocha no saxofone, Neymar Dias no baixo acústico e Ricardo Mosca na bateria.

Esse show será transmitido ao vivo!

 Acesse www.jazznosfundos.net e acompanhe.

    

(Imagem: George Petit)

  

NO SÁBADO, 11/9/10 -às 22h00

 

Marco Lobo e Trio ELF (Alemanha)

O percussionista baiano Marco Lobo já acompanhou grandes nomes da MPB como Elba Ramalho, Marisa Monte, Ivan Lins, Maria Bethânia, Lenine, Ana Carolina, João Bosco, Gilberto Gil, Titãs, e atualmente toca na banda de Milton Nascimento. Em 2006, ele excursionou pela Russia e Ásia ao lado do baterista Billy Cobham.

Para essa noite, Lobo convida o trio alemão ELF, de passagem por SP. Com a formação clássica baixo-piano-bateria, o trio utiliza estilos contemporâneos como o  Drum’n'Bass e o Dubstep como base para a improvisação jazzística. Seu repertório varia de versões acústicas de ícones da música eletrônica (como Aphex Twin e Kraftwerk) a versões digitais de clássicos de Thelonious Monk, Milton Nascimento, Paolo Conte e Brahms. Seus dois álbuns, “ELF” (2006) e “746″ (2008) foram muito elogiados pela crítica musical européia.

Com Walter Lang no piano, Sven Faller no contrabaixo e Gerwin Eisenhauer na bateria.

  

(Imagem: Marco Lobo e Trio Elf)

 

 

NA GALERIA

Eliza Ramos

 Fotografias de Auto Retrato

 

de 26 agosto a 30 de setembro

Informações, visitas e vendas: galeria@jazznosfundos.net

Curadoria: Chico Santo

(Imagem:  Exposição Eliza Ramos)

 

 

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Jazz nos Fundos e os sons desta semana

Nesta QUINTA

 

Quinta à Cubana:

Fernando Ferrer Quinteto

Chegou o calor, e pra comemorar a gente traz de volta nossa Quinta à Cubana: a temporada mais “caliente” da cidade!

Fernando Ferrer, sobrinho de Ibrahim Ferrer (lendário músico do Buena Vista Social Club), nasceu em 1962 na cidade de Santiago de Cuba e em sua trajetória participou de grupos como “Ayer y Hoy”, “Los Latinos”, “Son Del Caribe”, “Raison”, “Cubanismo” e “AfroCuban All Stars”. Fez turnês pelos Estados Unidos, Canadá, México, Inglaterra, Espanha, Europa, Oriente Médio, Ásia, Ilhas do Mediterrâneo e em festivais como os de Vancouver, Montreux/Suíça, Holanda e Alemanha.

Nesse show, Fernando tocará percussão e virá acompanhado de Rodrigo Bento no saxofone, Hanser Ferrer no piano, Liander Hernandez no contrabaixo e Enio di Bonito nas congas e Fernando Gonzalez na bateria.

Noite deliciosa pra começar o feriado com pé direito!!
 (Imagem: Fernando Ferrer)
 

NA SEXTA

 

Bruno Mangueira &

Phil DeGreg (USA)

Temporada de shows internacionais – todas as sextas do mês de setembro

O pianista norte-americano Phil DeGreg é professor do programa de Jazz Studies da University of Cincinnati. Com 9 CDs lançados, ele excursionou por vários países com a Woody Hermann Orchestra nos anos 80, e já participou dos festivais de Monterey, Montreux, Brecon e Wigan, entre outros.

Ele foi o pianista do Blue Wisp Jazz Club, clube de jazz em Cincinnati, durante 16 anos. Paralelamente, apresentou-se em clubes e shows nos Estados Unidos, no Reino Unido, França, Dinamarca, Alemanha, Itália, Guatemala, Costa Rica e Brasil.

Nessa passagem por SP, DeGreg encontra o trio do guitarrista e violonista Bruno Mangueira para uma noite de jazz – americano e brasileiro – de alto nível. Bruno é professor da antiga ULM, e já tocou ao lado de Nelson Ayres, Alaíde Costa, Jamelão, Filó Machado, Mauro Senise, Vinícius Dorin e Sizão Machado. Seu primeiro CD autoral, lançado em 2010 no Instrumental SESC Brasil, conta com participações Toninho Horta, Robertinho Silva, Nailor Proveta, Toninho Ferragutti e Léa Freire.

Para completar o time, Marcos Souza no contrabaixo Douglas Andrade na bateria.

(Imagem: Phil DeGreg)

 
 

NO SÁBADO

 

Lelo Izar Quintet


 

O baterista Wesley Izar, mais conhecido como Lelo, começou a tocar profissionalmente aos 14 anos, e aos 17 venceu um concurso da Secretaria de Cultura do Estado de SP. Estudou no CLAM, e logo tornou-se professor dessa conceituada escola de música criada pelo Zimbo Trio. Tocou com Laércio de Freitas, Cauby Peixoto, Milton Nascimento, Johnny Alf, Paquito d’Rivera, Cláudio Roditi, Maria Rita, Zélia Duncan, Gal Costa, Leny Andrade, João Bosco, Paulo Moura, Raul de Souza, Beth Carvalho e Mônica Salmaso, entre outros.

É membro da Banda Mantiqueira desde a sua criação. Com ela, foi indicado 2 vezes ao Grammy Awards e venceu o Prêmio Tim de 2006 na categoria melhor CD de música instrumental, além de ter se apresentado em diversos festivais de jazz no Brasil e no exterior.

Lelo vem ao nosso palco muito bem acompanhado por Junior Galante no trompete, Gerson Galante nos saxofones, Moisés Alves no piano e Mario Andreotti no baixo acústico. Uma noite de standarts de qualidade indíscutível pra gente abastecer os ouvidos.

  

(Imagem: Lelo Izar)

 

 

NA SEGUNDA – 6 de setembro

 

 

Deep Funk Session

Atendendo a inúmeros pedidos, abriremos nessa segunda feira, véspera de feriado.

E pra não deixar por menos, uma “Special Session” do projeto que quebrou tudo por aqui há alguns meses: Deep Funk Session e seu mergulho nas profundezas do universo jazz-funk dos anos 60 e 70.  

“Masters” como Herbie Hancock, Stanley Clarke, Stevie Wonder e Freddie Hubbard nas insanas interpretações de Luís Cabrera nos saxofones, Sidmar Vieira no trompete, Leandro Cabral nos teclados e sintetizadores, Rubem Farias no baixo e Vitor Cabral na bateria.

Som de arrasar, não vale ficar em casa!

(Imagem: Deep Funk Session)

 

NA GALERIA

 Fotografias de Auto Retrato

 

de 26 agosto a 30 de setembro


Informações, visitas e vendas: galeria@jazznosfundos.net

Curadoria: Chico Santo

(Imagem:  Exposição Eliza Ramos)

 

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Jazz nos Fundos e os sons desta semana

NA QUINTA – 26/8, às 22h00

 

 

& Roberto Sion

O trompetista Cláudio Roditi nasceu no Rio de Janeiro em 1946, e desde 1970 vive nos Estados Unidos. Mudou-se para New York em 1976, onde se consolidou como um dos grandes nomes do jazz atual. Gravou com Joe Henderson, Charlie Rouse, Herbie Mann, Tito Puente, McCoy Tyner e Paquito D’Rivera, e em 1988, a convite do próprio Dizzy Gillespie, passou a integrar a Dizzy Gillespie’s United Nation Orchestra. 

Foi indicado ao Grammy no ano de 1995 por seu trabalho “Symphonic Bossa Nova” com Ettore Stratta e a Royal Philharmonic, e novamente em 2010, por seu disco “Braziliance X4″, na categoria Melhor Álbum de Latin Jazz.

Roditi virá ao nosso palco a convite do Maestro Roberto Sion, um dos mais atuantes e respeitados nomes da música instrumental brasileira. Saxofonista, flautista, clarinetista, compositor e arranjador, Sion foi considerado vanguardista ao utilizar elementos do jazz na música brasileira, e fez deste estilo sua marca registrada.

Para acompanhar essa dupla de peso, Bruno Cardozo no piano, Thiago Alves no contrabaixo e Cuca Teixeira na bateria.

Show histórico!!! 

(imagem: Roditi e Sion)

NA SEXTA, 27/8, às 22h00

Octeto Gafieira Chic

Última Noite!

Encerramento da belíssima temporada do projeto Gafieira Chic, octeto formado por grandes músicos que têm como proposta explorar o ritmo da Gafieira através de arranjos preciosos do pianista Mozar Terra

No repertório, composições de autores consagrados como Baden Powell, Ary Barroso, Vinicius de Moraes, Guinga, Dorival Caymmi e Luiz Gonzaga executados por Léa Freire na flauta, Mané Silveira e César Roversi nos saxofones, Rubinho Antunes no trompete, Nevada no trombone, Sidney Ferraz no piano, Zé Alexandre no baixo acústico e Edu Ribeiro na bateria.

Show imperdível!

(imagem: Gafieira Chic)

 

NO SÁBADO, 28/8, às 22h00

Associação Livre

“Associação Livre” é o nome da união de quatro jovens e talentosos músicos de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro. Individualmente, eles participam de projetos importantes como Itiberê Orquestra Família e o grupo RAMO, além de já terem sido premiados em grandes festivais de música instrumental do Brasil.

O grupo traz um repertório de músicas autorais e também de influências que vão do choro tradicional brasileiro a compositores como Hermeto Pascoal e Mário Laginha, revelando uma música que nasce da tradição musical brasileira mas que aponta para a novidade a cada momento.

Com Joana Queiroz (clarinete e clarone), Rafael Martini (piano), Frederico Heliodoro (baixo) e Antonio Loureiro (bateria).

Acesse o myspace da banda, conheça o projeto e venha ouvir ao vivo:

http://www.myspace.com/associacaolivre

(Imagem: Associação Livre)

 

NA GALERIA

 

 

de 26 agosto a 30 de setembro


Informações, visitas e vendas: galeria@jazznosfundos.net

Curadoria: Chico Santo

(Imagem:  Exposição Eliza Ramos)

 

Fotografias de Auto-retrato de Eliza Ramos

 

Cláudio Roditi

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Jazz nos fundos e os sons da semana

Criatividade, sustentabilidade e música de qualidade. É  possível encontrar nos fundos do estacionamento. Dessa vez a organização caprichou e investe em nova decoração a partir de rejeitos urbanos. Mas segue as dicas. Vejam:

 

NA QUINTA

Tributo: Chick Corea

Chick Corea é um dos mais importantes músicos de jazz de sua geração. Muitas de suas composições são consideradas “standarts”, ou seja, temas clássicos do jazz.

Nascido em 1941, Corea começou a tocar piano aos 4 anos de idade. Seu primeiro disco como líder veio em 1966, e após algum tempo tocando com Sarah Vaughan, ele passou a substituir Herbie Hancock na banda de Miles Davis, em 1968. Com o incentivo de Miles, ele passou a usar pianos elétricos e sintetizadores, fazendo, dessa forma, parte do nascimento do Jazz Fusion. Nessa época Corea produziu álbuns antológicos como Filles de Kilimanjaro, In a Silent Way, Bitches Brew, e Miles Davis at the Fillmore. Nos anos 70, formou o grupo Return to forever, do qual fizeram parte, entre outros, Al di Meola, Stanley Clarke, Flora Purim e Airto Moreira.

Os músicos que vêm ao nosso palco pra esse tributo são: Marcelo Coelho nos saxofones, Alex Correia no piano, Adauto Mesquita na guitarra, Rogério Bottermaio no contrabaixo e Paganini na bateria.

Uma ótima oportunidade pra gente conhecer de perto a obra desse gênio do jazz.

(Imagem:  Chick Corea)

 

NA SEXTA

Octeto Gafieira Chic

A terceira noite da temporada do Octeto Gafieira Chic. O projeto, idealizado pelo pianista Mozar Terra em 2005, se propõe a explorar a Gafieira, ritmo tipicamente brasileiro, através de composições de autores consagrados como Baden Powell, Ary Barroso, Vinicius de Moraes, Guinga, Dorival Caymmi e Luiz Gonzaga.

Para executar os belos arranjos do pianista, um time de grandes músicos: Léa Freire na flauta, Mané Silveira e César Roversi nos saxofones, Rubinho Antunes no trompete, Nevada no trombone, Sidney Ferraz no piano, Zé Alexandre no baixo acústico e Edu Ribeiro na bateria.

Uma temporada que está sendo tão charmosa quanto virtuosa… Vale à pena conferir!

(imagem: Gafieira Chic)

 

NO SÁBADO

Saxomania

O sax, como se sabe, é por excelência um instrumento solista, que “fabrica melodias”. Por este motivo, nos grupos musicais, ele vem quase sempre acompanhado de algum instrumento harmônico – piano, guitarra, etc. A proposta do Saxomania é criar a harmonia usando 5 saxofones: 2 altos, 2 tenores e 1 barítono. É como se “cada dedo do pianista” fosse representado por um instrumento solista, criando um som rico e curioso, que às vezes lembra um órgão de tubos ou um imenso acordeon.
 
No repertório, arranjos deliciosos pra temas de jazz, da MPB, e algumas canções que compõem o nosso imaginário como “The Pink Panther” e o “Bolero” de Ravel.
 
Com Mauro Caselatto, Rodrigo Bento, João Cuca, Xico Filho e Walter Pinheiro nos saxofones, Rafael Abdala no contrabaixo e Edson Ghilardi na bateria.
 
Um show bonito e alto astral pra animar a nossa noite de sábado. 

(Imagem: Saxomania)

 

NA GALERIA

 

 

SILÊNCIO CIDADE

Mostra de desenhos e pinturas

de 29 de julho a 26 agosto

Formado no final da decada de 90, o Coletivo Impensável de Artistas Anônimos mantém-se fiel à proposta de permanecer fora dos meios de comunicação imediatistas para a difusao de seus trabalhos.

Tomam o paradoxo SILÊNCIO-CIDADE para criar retratos figurativos dos espaços inconcretos instaurados no pensamento coletivo.  

Informações, visitas e vendas: galeria@jazznosfundos.net

Curadoria: Chico Santo

(Imagem:  Exposição Silêncio Cidade)

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Jazz nos Fundos e os sons da semana

 

Hoje- 12/8/10 – às 22h00

Leonardo Cioglia Group (NY – USA)

O contrabaixista Leonardo Cioglia nasceu em Brasília e vive nos Estados Unidos há quase 20 anos. Depois de se formar na Berklee College of Music em Boston, Leonardo criou o selo Quizamba Music, dedicado à música brasileira contemporânea. Desde então, ele vêm tocando com músicos de destaque da cena jazzística norte-americana, como Jimmy Cobb, Claudio Roditi, Paulo Moura, Duduka Da Fonseca, Maucha Adnet, Vic Juris, Hendrik Meurkens, Cliff Korman, Rob Bargad, Dave Pietro, George Schuller, John Ellis, Aaron Goldberg, Chiara Civello, Alain Mallet, Helio Alves, Guilherme Monteiro e Anat Cohen, entre outros. 

De passagem pelo Brasil para participar do Savassi Festival, Leonardo volta ao nosso palco apresentando seu mais recente trabalho, o disco “Contos”, acompanhado por um time de primeira: Mike Moreno na guitarra, Rodrigo Ursaia nos saxofones e Edu Ribeiro na bateria.

Merece destaque o guitarrista texano Mike Moreno, que vem chamando a atenção do público e da crítica especializada por seu estilo muito pessoal de tocar, repleto de harmonias complexas, texturas e lirismos. Em apenas 10 anos de carreira, ele já dividiu o palco com grandes nomes do jazz mundial, incluindo a “Joshua Redman Elastic Band”, Lizz Wright, Nicholas Payton, Greg Osby, Wynton Marsalis e a “Jazz at Lincoln Center Orchestra”.
 
Show recomendadíssimo, não percam!

(Imagem: Leonardo Cioglia Group)

 

NA SEXTA, 13/8, às 22h00

Octeto Gafieira Chic

Depois de uma estréia deliciosa, o Octeto Gafieira Chic dá sequência à sua temporada aqui nos fundos do estacionamento. O projeto, idealizado pelo pianista Mozar Terra em 2005, se propõe a explorar a Gafieira, ritmo tipicamente brasileiro, através de composições de autores consagrados como Baden Powell, Ary Barroso, Vinicius de Moraes, Guinga, Dorival Caymmi e Luiz Gonzaga.

Para executar os belos arranjos do pianista, um time de grandes músicos: Léa Freire na flauta, Mané Silveira e César Roversi nos saxofones, Rubinho Antunes no trompete, Jorginho Neto no trombone, Sidney Ferraz no piano, Zé Alexandre no baixo acústico e Celso de Almeida na bateria.

Pra gente se animar ao som de um samba instrumental de qualidade!

(Imagem: Gafieira Chic)

 

NO SÁBADO, 14/8, às 22h00

Karlheinz Miklin Trio (Áustria)

convida Marcelo Coelho

Karlheinz Miklin Trio é reconhecido como um dos mais originais e importantes grupos austríacos de jazz de todos os tempos. Com 25 anos de existência e 8 discos lançados, o trio participou de importantes festivais ao redor do mundo, tais como “Umbria Jazz” (Perugia – Itália), “Belga Festival” (Bruxelas), “Mostra de Jazz Europeu” (Barcelona), “Jazz Jamboree” (Warsaw – Polônia), “Jazz Goes Europe” (Munique), entre outros, além de clubes de jazz em Washington, Boston, Londres, Roma, Amsterdam, Madrid, Munique, Praga, entre muitos outros.

Formado por Karlheinz Miklin nos saxofones e flauta, Ewald Oberleitner no contrabaixo e Karlheinz Miklin Jr. na bateria, o trio aproveita sua breve passagem por São Paulo e aterriza no nosso palco nessa noite de sábado, tendo como convidado o saxofonista Marcelo Coelho.

Marcelo é músico, pesquisador e professor, e já tocou ao lado de importantes músicos de jazz como David Liebman, Phil Markowitz, Gene Perla, Rick Peckham, Ed Sarah, Ronan Guilfoyle, Vincent Gardner, Ron Miller, Phil DeGreg e Cliff Korman. Seus trabalhos autorais MC4+, MC&RD 4teto, Kyabatt Quarteto e 4teto.ORG exploram a sonoridade contemporânea e as improvisações coletivas.

Show raríssimo, não vale ficar em casa…
Apoio: Instituto de Bateria Bateras Beat

(Imagem: Miklin Trio)

 

NA GALERIA

  

SILÊNCIO CIDADE

Mostra de desenhos e pinturas

de 29 de julho a 26 agosto

Formado no final da decada de 90, o Coletivo Impensável de Artistas Anônimos mantém-se fiel à proposta de permanecer fora dos meios de comunicação imediatistas para a difusao de seus trabalhos.

Tomam o paradoxo SILÊNCIO-CIDADE para criar retratos figurativos dos espaços inconcretos instaurados no pensamento coletivo.  

Informações, visitas e vendas: galeria@jazznosfundos.net

Curadoria: Chico Santo

(Imagem:  Exposição Silêncio Cidade)

 

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Jazz nos Fundos e os sons da semana

Começo de novo semestre e a turma dos fundos do estacionamento apresenta nova programação. Segue as dicas:

QUINTA, 05/8, às 22h00 – Tributo a Miles & Coltrane – com os músicos: Joab Augusto (saxofones), Walmir Gil ( trompete), Hércules Gomes (piano), Nino Nascimento (contrabaixo) e Humberto Zigler (bateria).

No verão de 1955, John Coltrane recebe um telefonema do trompetista Miles Davis o convidando a se juntar em um grupo que ele estava formando. Miles Davis tinha se recuperado de seu vício em heroína, e voltado à atividade depois de uma apresentação no Festival de Jazz de Newport em julho de 1955, conseguindo assim um contrato com a Columbia Records e uma oportunidade de formar um grupo. Esse mesmo grupo contaria ainda com o pianista Red Garland, o baixista Paul Chambers e o baterista Philly Joe Jones, sendo conhecido como o Miles Davis Quintet. Com Miles, Coltrane finalmente se estabeleceria como um importante músico de jazz.

A primeira gravação do quinteto foi feita em outubro de 1955. O grupo gravou primeiramente o álbum The New Miles Davis Quintet em 16 de novembro de 1955. Já em maio de 1956, em sessões de dois dias para cumprir um contrato com o selo Prestige Records, gravou os discos: Cookin’ with the Miles Davis Quintet (lançado em 1957), Relaxin’ with the Miles Davis Quintet (lançado também em 1957), Workin’ with the Miles Davis Quintet (lançado em 1958) e Steamin’ with the Miles Davis Quintet (lançado em 1961), além do álbum ‘Round About Midnight em outubro de 1956 pela Columbia Records.

*fonte: wikipedia

SEXTA, 06/8, às 22h00 Octeto Gafieira Chic –

Durante todas as sextas do mês de agosto, o Octeto Gafieira Chic virá ao nosso palco explorar esse ritmo que surgiu no fim do século XIX e fez muito sucesso no Rio de Janeiro dos anos 30. Enquanto os dançarinos uniam a malandragem e o molejo do samba à elegância das danças de salão, as bandas faziam um som brilhante e sincopado, o samba em versão instrumental pra dançar a dois.

A proposta do Projeto Gafieira Chic, idealizado em 2005 pelo pianista Mozar Terra, é reunir grandes músicos para explorar esse ritmo através de um repertório de autores consagrados como Baden Powell, Bororó e Ary Barroso.

À despeito da perda do seu idealizador em 2006, o projeto Gafieira Chic teve continuidade nas mãos dos excelentes músicos que o compõem. São eles: Léa Freire na flauta, Mané Silveira e César Roversi nos saxofones, Rubinho Antunes no trompete, Jorginho Neto no trombone, Sidney Ferraz no piano, Zé Alexandre no baixo acústico e Edu Ribeiro na bateria.

Uma temporada que promete ser tão charmosa quanto virtuosa… Vale à pena conferir!

SÁBADO – 07/8, às 22h00 – Rogério Botter Maio

Contrabaixista e compositor, Rogério Botter Maio esteve sempre envolvido com uma grande variedade de estilos musicais, da música de câmara ao jazz vanguardista, preservando sempre suas raízes brasleiras.

Estudou música erudita e jazz na Hochschule für Musik em Graz, na Áustria e também na Berklee College of Music nos EUA. Viajou pela Alemanha, Suíça, Áustria e Eslovênia apresentando seu primeiro CD, gravado em NY no ano de 1995.

Sua trajetória inclui gravações com Gerry Mulligan, Naná Vasconcelos, Dom Salvador, Manfredo Fest, Nelson Ayres, Hendrik Meurkens e Jovino Santos Neto, e apresentações ao lado de Hermeto Pascoal, Paquito d’Rivera, Liionel Hampton, Ná Ozzetti, Toninho Ferragutti, Duofel, Hector Costita, Tutti Baê, Filó Machado e Jane Duboc, entre outros.

Ele vem ao nosso palco mostrar composições autorais e clássicos do jazz muito bem acompanhado por Rubinho Antunes no trompete, Alexandre Ribeiro no clarinete e clarone, Carlos Roberto Oliveira no piano e Wagner Vasconcelos na bateria.

NA GALERIA

Coletivo Impensável

SILÊNCIO CIDADE

Mostra de desenhos e pinturas

de 29 de julho a 26 agosto

Formado no final da decada de 90, o Coletivo Impensável de Artistas Anônimos mantém-se fiel à proposta de permanecer fora dos meios de comunicação imediatistas para a difusao de seus trabalhos.

Tomam o paradoxo SILÊNCIO-CIDADE para criar retratos figurativos dos espaços inconcretos instaurados no pensamento coletivo.

Informações, visitas e vendas: galeria@jazznosfundos.net

Curadoria: Chico Santo

Esperamos sua visita!

Abraços,

Equipe JazznosFundos

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Jazz nos Fundos e os sons da semana

quinta-feira, 29/7/10 – Deep Funk Session

Clássicos e raridades do jazz-funk dos anos 60 e 70 selecionados por músicos que entendem do assunto: essa é a proposta do Deep Funk Session, temporada que marca presença no nosso palco quinta sim, quinta não.

“Masters” como Herbie Hancock, Stanley Clarke, Stevie Wonder e Freddie Hubbard nas deliciosas interpretações de Cássio Ferreira nos saxofones, Jorginho Neto no trombone, Leandro Cabral nos teclados e sintetizadores, Rubem Farias no baixo e Vitor Cabral na bateria.

Show imperdível!

(Imagem: Deep Funk Session)

sexta-feira ,30/7/10 , às 22h00 – Filó Machado

Em mais de 40 anos de carreira, Filó Machado já se apresentou ao lado de nomes como Benito de Paula, Leny Andrade, Zé Luiz Mazziotti, Alcione, Alaíde Costa, Originais do Samba, Adoniran Barbosa, Johnny Alf, Joyce, Fátima Guedes e Djavan, entre muitos outros.

Participou dos programas de maior audiência do circuito televisivo da década de 80, como Chacrinha, Fantástico, Bolinha e As mais mais (da Bandeirantes), além de especiais da TV Cultura.

Esteve em países como França, Itália, Alemanha, Japão e Dinamarca, e participou de eventos como o Festival de Jazz de Cannes, cuja programação incluía também Ray Charles, Nina Simone, All Jarreau, Michel Legrand e Diana Ross.

Nos Estados Unidos, participou de um tributo a Tom Jobim no Carnegie Hall ao lado de Gal Costa, Dori Caymmi, Toots Thielemans, César Camargo Mariano e Jane Monheit. No ano de 2001, seu CD “Cantando um Samba” foi indicado para o Grammy na categoria “Latin Jazz”.
Nesse show, ele virá apresentar canções do seu novo CD “Ubida” ao lado de clássicos da sua carreira, acompanhado por Jefferson Rodrigues nos saxofones, Fábio Leandro no piano, Rubem Farias no contrabaixo e Fabio Faustino na bateria.
Pra quem aprecia música de qualidade…

(Imagem: Filó Machado)

(Imagem: Filó Machado)

NO SÁBADO – 31/7, às 22h00

Zeli Quinteto

O contrabaixista Zeli tem um trabalho autoral que transita com muita liberadade entre o jazz e a MPB, no qual melodias bem desenhadas dividem espaço com uma variedade de ritmos e improvisos cheios de talento.

Professor de contrabaixo na FAAM (FMU) e na Faculdade Santa Marcelina, Zeli já tocou com Badi Assad, Rosa Passos, Cida Moreira, Chico Pinheiro, Nuno Mindelis, Chico Saraiva, Carlinhos Antunes, Renato Anesi, Taciana e Edgar Escandurra, Tutti Baê e Zé Luis Maziotti, pra citar alguns nomes. Em 1993, participou do Jazz Workshop em Banff-Canadá, tocando com Chucho Valdez, Don Tompson e Pat la Barbera. É também integrante do Grupo Terra Brasil, com o qual tem 5 CDS gravados.Zeli vem ao nosso palco mostrar seus dois Cds solos, “Voando baixo” e “Em movimento”, e também para nos apresentar as novas composições do álbum “Una”, que será gravado nos próximos meses. Para acompanhá-lo, um time de altíssimo nível: Vitor Alcântara nos saxofones, Fernando Correa na guitarra, Fabio Torres no piano e Edu Ribeiro na bateria. 

Merece cancelar qualquer programa…

(Imagem: Zeli Quinteto)

 

NA GALERIA: nova exposição

Coletivo Impensável

SILÊNCIO CIDADE

Mostra de desenhos e pinturas

de 29 de julho a 26 agosto

Formado no final da decada de 90, o Coletivo Impensável de Artistas Anônimos mantém-se fiel à proposta de permanecer fora dos meios de comunicação imediatistas para a difusao de seus trabalhos.

Tomam o paradoxo SILÊNCIO-CIDADE para criar retratos figurativos dos espaços inconcretos instaurados no pensamento coletivo.  

 

Informações, visitas e vendas: galeria@jazznosfundos.net

Curadoria: Chico Santo

(Imagem:  Exposição Silêncio Cidade)

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Jazz nos Fundos e os sons da semana

quinta-feira, 22/7/10 – Franz Herzberg Trio & Jonh Stein

John Stein é guitarrista e professor da Berklee College of Music em Boston. Lançou 9 CDs próprios e tocou como “sideman” de muitos músicos de jazz, como David “Fathead” Newman (saxofonista que tocou com Charlie Parker), Larry Goldings, Lou Donaldson, Dr. Lonnie Smith e Idris Muhammid.

Em sua quinta passagem pelo Brasil, John lança seu novo CD “Raising the Roof”, que recebeu uma indicação ao Grammy e ficou 7 meses entre os dez mais tocados discos de Jazz nos EUA. 

Para acompanhá-lo, o trio do contrabaixista do alemão Frank Herzberg, que é formado por Alexandre Zamith no piano e Zé Eduardo Nazário na bateria. O trio já se apresentou em festivais internacionais como o Berlin Jazz Fest 2004 e o Brandenburger Musiksommer 2006, além de festivais e workshops no Brasil. Em 2006, gravaram, junto com John Stein, o CD “Concerto Internacional de Jazz”, que contou com a participação do saxofonista/flautista Teco Cardoso e do trombonista Bocato.

Veja o video da sua última passagem pelo Brasil e corra pra cá!

(Imagem:  Herzberg+Stein)

 

sexta-feira , 23/7 – Filó Machado

Cantor, compositor, instrumentista e arranjador, Filó Machado teve grande participação na “ala black” da MPB instrumental. Famoso por seu swingue e pela vitalidade que agrega às suas interpretações, Filó teve composições gravadas nos EUA, Japão, Canadá e Europa, por onde tem feito turnês desde 1985. Participou de vários festivais internacionais de jazz, como o de Cannes, onde se apresentou na mesma noite que Nina Simone. Numa dessas ocasiões, em Paris, conheceu o pianista e maestro francês Michel Legrand, que estava na platéia de um de seus shows e, impressionado, o convidou para uma apresentação em conjunto. Filó também compartilhou o palco com Alaíde Costa, Rosinha de Valença, Leny Andrade, Joyce, Djavan, Fátima Guedes e Jon Hendricks, entre muitos outros.
 
Nesse show, ele virá apresentar canções do seu novo CD ”Ubida” ao lado de clássicos da sua carreira, do jazz e da MPB. Com Jefferson Rodrigues nos saxofones, Fábio Leandro no piano, Rubem Farias no contrabaixo e Fabio Faustino na bateria.
 
(fonte: yahoo.imusica.com.br)

(Imagem: Filó Machado)

 

sábado 24/7, Matheus Barbosa – Belo Horizonte – MG

Matheus Barbosa tem apenas 17 anos e já se destaca no cenário instrumental brasileiro. Autodidata, foi revelado no ano de 2007 quando venceu o Prêmio BDMG Jovem Instrumentista, que o premiou com uma bolsa para estudar com Celso Moreira – um dos maiores expoentes do violão mineiro. Desde então, já tocou com vários ícones da cena nacional instrumental como Paulinho Trompete, Chico Amaral, Cléber Alves, Túlio Mourão, Mestre Jonas, Enéias Xavier, Beto Lopes, Di Stéffano, Lincoln Cheib, Írio Jr., Magno Alexandre, Esdras Neném, Beto Lopes e André Limão. Segundo Wilson Garzon (ver matéria no Clube de Jazz), Matheus é a grande revelação da música instrumental em Minas Gerais.

Nesse show, ele virá acompanhado por Cássio Ferreira no saxofone, Sandro Haick no baixo e Alex Buck na bateria.


(Imagem:  Matheus Barbosa)

 

NA GALERIA

EX-TAMPAS 

(um catálogo de impressões do mundo)

por YOHRD ZÄYR

“Religare: exatamente ao contrário de um (re)conhecido conceito de “reencarnação” (onde  uma mesma alma volta à vida em um novo corpo), esse é um trabalho de “neo-vitalidade” (onde uma nova “alma” vem habitar um velho corpo), sendo assim algo diferente de uma simples reciclagem!”

(Imagem: Exposição Ex-Tampas)

Nos vemos por aqui!

Abraços

Equipe JazznosFundos

jul
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Jazz nos Fundos e os sons da semana

quinta-feira, 15/7/10 – Deep Funk Session

Clássicos e raridades do jazz-funk dos anos 60 e 70 selecionados por músicos que entendem do assunto: essa é a proposta do Deep Funk Session, temporada que marca presença no nosso palco quinta sim, quinta não.

“Masters” como Herbie Hancock, Stanley Clarke, Stevie Wonder e Freddie Hubbard nas deliciosas interpretações de Cássio Ferreira nos saxofones, Jorginho Neto no trombone, Leandro Cabral nos teclados e sintetizadores, Rubem Farias no baixo e Vitor Cabral na bateria.

Show imperdível!

(Imagem: Deep Funk Session)

 

sexta-feira , 16/7/10 , às 22h00 – Filó Machado

Em mais de 40 anos de carreira, Filó Machado já se apresentou ao lado de nomes como Benito de Paula, Leny Andrade, Zé Luiz Mazziotti, Alcione, Alaíde Costa, Originais do Samba, Adoniran Barbosa, Johnny Alf, Joyce, Fátima Guedes e Djavan, entre muitos outros.

Participou dos programas de maior audiência do circuito televisivo da década de 80, como Chacrinha,  Fantástico, Bolinha e As mais mais (da Bandeirantes), além de especiais da TV Cultura.

Esteve em países como França, Itália, Alemanha, Japão e Dinamarca, e participou de eventos como o Festival de Jazz de Cannes, cuja programação incluía também Ray Charles, Nina Simone, All Jarreau, Michel Legrand e Diana Ross.

Nos Estados Unidos, participou de um tributo a Tom Jobim no Carnegie Hall ao lado de Gal Costa, Dori Caymmi, Toots Thielemans, César Camargo Mariano e Jane Monheit. No ano de 2001, seu CD “Cantando um Samba” foi indicado para o Grammy na categoria “Latin Jazz”.
 
Nesse show, ele virá apresentar canções do seu novo CD ”Ubida” ao lado de clássicos da sua carreira, acompanhado por Jefferson Rodrigues nos saxofones, Fábio Leandro no piano, Rubem Farias no contrabaixo e Fabio Faustino na bateria.
 
Pra quem aprecia música de qualidade…

(Imagem: Filó Machado)

(Imagem: Filó Machado)

 

sábado, 17/7/10, às 22h00 – BG Grooves

Formado em 2005 por integrantes do grupo Projeto B, a banda Bgrooves é um quinteto que mistura Acid jazz e avantgarde com Grooves e Funk, fazendo um jazz dançante e animado. Seu repertório inclui músicas de Herbie Handcook, Billy Cobham, John Zorn, Joshua Redman, Stevie Wonder, Medeski Martin&Wood, Dave Douglas, Weather Report entre outros.

Com Yvo Ursini na guitarra, Henrique Alves no baixo, Leonardo Muniz no saxofone, Amilcar Rodrigues no trompete e Mauricio Caetano na bateria.

(Imagem: BGrooves)

 

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EX-TAMPAS 

(um catálogo de impressões do mundo)

por YOHRD ZÄYR

“Religare: exatamente ao contrário de um (re)conhecido conceito de “reencarnação” (onde  uma mesma alma volta à vida em um novo corpo), esse é um trabalho de “neo-vitalidade” (onde uma nova “alma” vem habitar um velho corpo), sendo assim algo diferente de uma simples reciclagem!”

(Imagem: Exposição Ex-Tampas)

Nos vemos por aqui!

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Equipe JazznosFundos

jul
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Jazz nos fundos e os sons da semana

Segue as dicas de apresentações desta semana nos fundos do estacionamento:

quinta-feira, 08/7, às 22h00 – Tributo a Sidney Bechet com Tito Martino Jazz Band

O Jazz é um modo de tocar que revelou-se completamente original e revolucionário na época que foi criado, no início do século 20. O material sonoro proveio do “folklore” europeu e africano, reunidos pela primeira vez na região em torno de New Orleans, na foz do Rio Mississippi. Mas o modo de lidar com esse material sonoro surgiu do talento e da personalidade musical de três ou quatro geniais instrumentistas, que abriram o caminho pra todos os outros que vieram depois.
Um deles todos conhecem: é o gigante do Jazz, Louis Armstrong. Mas existe um outro que tem a mesma envergadura, o mesmo alcance universal e contribuiu de modo muito semelhante a Armstrong para a invenção de um modo novo de tocar: Sidney Bechet.

Para esse tributo, ninguém melhor do que Tito Martino – saxofonista e clarinetista que domina o estilo New Orleans e interpreta com fidelidade o repertório de Bechet. A Tito Martino Jazz Band conta ainda com Carlos Lima no trompete, Ari Giorgi no piano, Cid Junior no banjo e guitarra, Zeca Araújo no contrabaixo e Billy Ponzio na bateria.

Uma verdadeira aula de jazz, dançante e alegre, pra começarmos o fim de semana com muita energia…

(texto: Tito Martino)

sexta-feira , 09/7/10 , às 22h00  – Filó Machado

Tem início nessa semana mais uma temporada das nossas sextas-feiras de “jazz pra escutar”. Durante todo o mês de julho vamos conhecer melhor e nos deixar contagiar pela musicalidade de Filó Machado.

Filó é, sem dúvida, um dos grandes nomes da nossa música. Em mais de 40 anos de carreira, já atuou, entre palcos e discos, ao lado de grandes como Michel Legrand, Joyce, Raul de Souza, Hermeto Pascoal, Johnny Alf e Tim Maia, entre outros. Seu trabalho vem colecionando elogios da crítica especializada de jazz e world music ao redor do mundo.

Acompanhado por João Paulo Barbosa nos saxofones, Fábio Leandro no piano, Rubem Farias no contrabaixo e Fabio Faustino na bateria, Filó Machado apresentará músicas do seu CD Ubida, lançado recentemente, músicas de seus CDs anteriores e releituras de standards de Jazz, tudo com muito swing, arranjos inovadores, harmonias preciosas, entrosamento e carisma.

Imperdível!

sábado, 10/7/10 , 22h00  – Syncro Jazz “Revival”

O Syncro Jazz nasceu nos anos 80 a partir da únião de “velhos” amigos da noite: o contrabaixista Pete Wooley, o baterista Ronny Machado, Lilu Aguiar no piano e seu irmão Nestico Aguiar no saxofone, Vidar Sbrighi na flauta e Dagmar no trompete. O grupo se apresentou em diversas casas noturnas, bares e restaurantes da cidade, e gravou um disco independente no famoso Teatro Lira Paulistana. Participou de festivais de jazz da época (como o Jazz Meeting no Opus 2004) e tocou em diversos programas de rádio e TV.

Com o falecimento do líder Pete Wooley, o grupo foi desfeito e os músicos seguiram caminhos individuais. Em 2010, 30 anos depois, eles decidiram reunir-se novamente para reviver os bons momentos desse grupo lendário. Oportunidade única pra gente se conhecer um pouco mais sobre a história do jazz paulistano.

Com Nestico Aguiar no saxofone, Lilu Aguiar no piano, Ricardo Marão no contrabaixo, Tato Mahfuz na guitarra e Ronny Machado na bateria.

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EX-TAMPAS

(um catálogo de impressões do mundo)

por YOHRD ZÄYR

Religare: exatamente ao contrário de um (re)conhecido conceito de “reencarnação” (onde uma mesma alma volta à vida em um novo corpo), esse é um trabalho de “neo-vitalidade” (onde uma nova “alma” vem habitar um velho corpo), sendo assim algo diferente de uma simples reciclagem!

Esperamos sua visita!

Abraços,

Equipe JazznosFundos